O Capuchinho Vermelho no Teatro de Portimão


Posted February 27th, 2010 by jorge No Comments »


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A Black Box do TEMPO – Teatro Municipal de Portimão apresenta nos dias o espectáculo “Um capucho, dois lobos e um porco vezes três”, inserido na Oficina do Espectador.
O espectáculo, inspirado nos clássicos “A Menina do Capuchinho Vermelho” e “Os Três Porquinhos”, propõe uma interacção entre os personagens que povoam o imaginário da nossa infância, com concepção musical e textos da autoria de Sónia Baptista, a quem cabe a direcção artística da peça e a sua interpretação. Miguel Bonneville e Rogério Nuno Costa são também intérpretes e co-criadores desta co-produção do Teatro de Campo Alegre, Teatro Maria Matos e Festival Temps d’Images.
A Oficina do Espectador faz parte do projecto educativo do TEMPO, recebendo crianças do ensino básico e secundário, mas também adultos, num espaço vivo e dinâmico, local de encontro e de partilha de experiências.
Neste projecto, os participantes transformam-se em espectadores mais activos, estimulando o seu sentido crítico relativamente às artes e ao mundo, através da participação em visitas, oficinas, ateliês, conversas e espectáculos.
Ontem e na Quinta-feira, as sessões foram dedicadas às escolas e hoje, Sábado, o espectáculo, que se inicia pelas 16 horas, é direccionado às famílias. O preço dos bilhetes para crianças entre os 6 e os 12 anos é de 2,5 euros e para o restante público, de 5 euros.

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Apoio ao comércio


Posted February 25th, 2010 by jorge Comments Off


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A UAC – Associação de Desenvolvimento de Portimão Pró Comercio, vai organizar, em parceria com o IAPMEI - Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento, uma sessão de esclarecimento sobre o programa de apoio à modernização comercial MODCOM. A sessão, que decorrerá amanhã, Sexta-feira, pelas 14h30 horas no Teatro Municipal de Portimão, contará com a com a presença do Dr. João Rodrigues, do IAPMEI, que fará uma apresentação deste projecto. A 5.ª fase do programa MODCOM, cujas candidaturas decorrem até 12 de Março, disponibilizará 20 milhões de euros de apoios a fundo perdido para projectos de modernização do comércio tradicional e apostará, nesta edição, na rapidez de execução.

MODCOM - Objectivos
A modernização e a revitalização da actividade comercial, em especial, em centros de comércio com predomínio do comércio independente de proximidade, em zonas urbanas ou rurais, bem como a promoção de acções dirigidas ao comércio.
Acção A - Projectos empresariais autónomos de pequena dimensão que visem aumentar a competitividade empresarial e demonstrem satisfazer adequadamente os objectivos definidos.
a) Projectos promovidos por jovens empresários (18 a 35 anos) para empresas constituídas há menos de 3 anos;
b) Projectos de pequena dimensão que vise aumentar a competitividade;
c) Projectos conjuntos de modernização comercial em espaços rurais;
d) Projectos individuais de pequena dimensão em espaços rurais.

Acção B - Projectos de integração comercial, que através de actuações articuladas promovam objectivos comuns geradores de dimensão crítica adequada, ou que, pela sua exemplaridade, sejam susceptíveis de fácil multiplicação, promovendo a dinamização e a modernização empresarial.

BENEFICIÁRIOS
Acções A e B - Micro e Pequenas Empresas do Comércio, constituídas há pelo menos um ano, inseridas nas CAE 45, com excepção da actividade de lavagem de veículos automóveis dentro da subclasse 45200 e de todas as actividades inseridas na subclasse 45310, CAE 46 e CAE 47, com excepção da subclasse 47300, sendo que dentro da subclasse 47240 só são apoiáveis projectos não associados com o grupo 107 da CAE ou com a CAE 56.

CONDIÇÕES DE ACESSO- Encontrar-se legalmente constituído;
- Ter a situação contributiva regularizada perante o Estado, Segurança Social e entidades pagadoras do incentivo;
- Dispor de contabilidade actualizada e organizada de acordo com o POC;
- Cumprir as condições necessárias ao exercício da actividade, nomeadamente ter a situação regularizada em matéria de licenciamento e cadastro comercial e cumprir as normas ambientais;
- Possuir capacidade técnica, financeira e de gestão adequada à dimensão e complexidade do projecto;
- Apresentar uma situação financeira equilibrada, isto é, autonomia financeira mínima de 15%;
- Cumprir os critérios de micro e pequena empresa, de acordo com a Recomendação nº 2003/361/CE, da Comissão Europeia;
- Ter concluído, à data da apresentação da candidatura, os investimentos previstos para o mesmo estabelecimento, quando estes tenham sido apoiados em projectos anteriores no âmbito do MODCOM ou QREN.

INCENTIVO FINANCEIRO
45% das despesas elegíveis, com limite a 40.000,00€ por promotor (empresa), não reembolsável.

DESPESAS ELEGÍVEIS- Obras de remodelação da fachada ou do interior do estabelecimento ((incentivo máximo de € 25.000);
- Aquisição ou alteração de toldos e reclamos exteriores;
- Aquisição de equipamentos de exposição, informáticos e outros;
- Acções de marketing no ponto de venda;
- Elaboração de estudos, diagnósticos, projectos de arquitectura, engenharia, design e processo de candidatura (incentivo máximo de € 1.500);
- Aquisição e registo de marcas e insígnias, contrapartidas de agência, de concessão comercial ou franquias (Incentivo máximo de € 10 000);
- Intervenção do TOC ou ROC (incentivo máximo de 500€).

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2010 é o ano de Manuel Teixeira Gomes


Posted February 22nd, 2010 by jorge Comments Off


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Ao longo de todo o ano, a figura do filho mais ilustre de Portimão estará no centro de quase toda a produção artística que tem lugar na cidade.
As celebrações do 150º aniversário de Manuel Teixeira Gomes (nascido em 27 de Maio de 1860) são pretexto para a realização de um vasto conjunto de exposições, colóquios, conferências, concertos, música, teatro, dança e cinema.
O programa arrancou em Janeiro e continua este mês com a actuação da Orquestra do Algarve (dia 27), no Teatro Municipal de Portimão (TEMPO).
Em Março, os destaques vão para nova actuação desta orquestra (dia 12) e para a segunda edição do festival “Cidades Invisíveis”, fruto de uma parceria entre o TEMPO e o Centro Cultural de Belém (CCB). Esta edição será dedicada a Istambul, cidade que Manuel Teixeira Gomes classificou como a “confusa, única e nunca descrita Constantinopla”, situada no “coração do mundo”.
Trata-se de um festival de natureza transdisciplinar em que se propõe uma programação de música tradicional e contemporânea, dança, teatro, cinema e literatura. Este ciclo decorrerá no TEMPO entre os dias 14 e 27 de Março.
Uma das vertentes destas comemorações é o lançamento de obras originais e inéditas, inspiradas na vida, no trabalho literário e nas viagens de Manuel Teixeira Gomes. Algumas das suas obras vão dar origem a peças que serão apresentadas na cidade. “Gente Singular”, com interpretação da Sinfonietta de Lisboa e tendo como solista Bernardo Sasseti, é uma delas, tal como “Agosto Azul”, um projecto teatral criado pelo grupo PELE - Espaço de Contacto Social e Cultural, que envolverá a comunidade local, através de actividades que promovem o diálogo entre a obra de Manuel Teixeira Gomes, a paisagem local e os costumes, reforçando a visibilidade do património local.
Outra das obras que surgirá nos próximos tempos é a ópera “Sabina Freire”, que baseada no livro homónimo do homenageado, será composta por Eurico Carrapatoso e terá encenação a de cargo de Luís Miguel Cintra. E, entretanto, a Imprensa Nacional Casa da Moeda está a publicar a obra completa de Teixeira Gomes.
As comemorações também contam com um conjunto de colóquios de que se destaca, em Abril, o “CARNAVAL LITERÁRIO - A mundividência de Teixeira Gomes na Literatura e na Arte”, que contará com a participação, entre outras, de personalidades como Nuno Júdice, Eugénio Lisboa, Margarida Tengarrinha e Helder Macedoe Khalid Zekri (Universidade de Meknès – Marrocos).
Também as crianças e jovens das escolas do concelho estão envolvidos nas comemorações. Nesta altura, já se encontram a desenvolver actividades específicas para o efeito, onde se incluem visitas de estudo, viagens culturais, análise e dramatização de textos de Teixeira Gomes, exposições, palestras e conferências, torneios desportivos, ateliers de expressão plástica, entre muitas outras iniciativas que constam do plano de actividades de cada escola. E serão espectadores privilegiados de todos os espectáculos e eventos que tenham lugar em Portimão, ao longo de todo o ano.

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Há fantasmas no Teatro de Portimão


Posted February 14th, 2010 by jorge Comments Off


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Portimão recebeu a Gripe A de braços abertos. O candidato social-democrata usou munições de pólvora seca na campanha eleitoral e o autódromo passa a mulódromo. Estas são algumas das rábulas da nova revista do Boa Esperança.
A crise esteve para ser o tema principal da edição deste ano da revista do Boa Esperança. Até que, um dia, o encenador, escritor de textos e actor Carlos Pacheco viu o Primeiro-Ministro aparecer na televisão a garantir que Portugal já se tinha livrado, pelo menos, do pior da crise. É claro que uma declaração destas, vinda de quem vinha, estragou-lhe logo o dia. É que “já tinha textos escritos, inclusivamente, para músicas, mas se a crise tinha acabado, íamos ficar todos bem outra vez e o assunto deixava de ter actualidade”.
Mas, pelo sim, pelo não, acabou por não jogar todo o material para o lixo, e fez bem, pois pelos vistos, podia ter havido determinação da parte do Primeiro-Ministro em acabar com a crise, mas se o fez, esqueceu-se de avisá-la e ela continua a andar por aí, cheia de boa saúde.
Daí que, apesar de ter optado por dar um justo destaque à gripe, atribuindo à revista o título “Fujem Moços que vem a Gripe”, também a crise não é esquecida e aparece na última rábula.
O espectáculo inicia-se com uma ‘reportagem televisiva’ sobre a chegada da gripe A a Portimão. Como a dita cuja resolveu viajar de comboio, a ‘jornalista’ de serviço dirigiu-se à estação para fazer um directo junto de um grupo de cidadãos, entusiasmados pelo facto de serem dos primeiros a serem visitados por tão fina e badalada doença. Segundo lhe explicaram, um dos motivos de contentamento tinha a ver pelo facto de, pelo menos, desta vez, José Sócrates ter cumprido a palavra de trazer a gripe A para Portugal, não permitindo que os espanhóis passassem à nossa frente. Outro dos populares justificava desta forma o seu entusiasmo à ‘repórter’: “´tou feliz porque ´tou a receber o rendimento mínimo e agora dizem que a gente vai receber também o rendimento das gripes”.
Mas, como sempre acontece, são os temas locais a maior fonte de inspiração do grupo e os que maior tempo de antena obtêm, ao longo das quase três horas de duração do espectáculo.
O projecto do executivo municipal de fazer uma espécie de Hollywood em território do município é um dos temas escolhidos e o grupo antecipou o momento de rodagem de um dos filmes que cá poderão realizar-se. Obviamente que, se na prática, as coisas correrem da mesma forma, não parece que a fita acabará por ter grande sucesso comercial.
Um equipamento já instalado, que também aguçou a imaginação do elenco, é o Autódromo. Depois de ver que algumas provas contaram com número de espectadores pouco volumoso, Carlos Pacheco deu voltas à cabeça e acabou por sair-se com a sugestão que o espaço seja transformado num ‘mulódromo’.
Um dos problemas mais intrigantes existente em Portimão é, aparentemente, o que se vive no TEMPO - Teatro Municipal de Portimão. Parece que tem sido alvo de ataque de fantasmas que afugenta as pessoas que deveriam ir ver os muitos espectáculos que ali são levados à cena. Mas também a política não escapa ao humor corrosivo destes artistas marafados. Numa das rábulas, aparece o carro de combate, supostamente, utilizado pelo candidato do PSD contra a maioria socialista na campanha eleitoral. O problema, descobriu a equipa do Boa Esperança, é que as munições usadas eram de pólvora seca.

Artigos Relacionados:
Vídeo de Apresentação da revista
Nova revista do Boa Esperança

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Nuno Mergulhão homenageado


Posted January 25th, 2010 by jorge Comments Off


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O TEMPO - Teatro Municipal de Portimão foi o palco escolhido pela Câmara de Portimão para uma homenagem a Nuno Mergulhão, que se realizou no dia em que passaram 65 anos sobre o seu nascimento. O Grande Auditório deste espaço cultural foi baptizado com o nome do homenageado, num acto público que teve a presença de familiares de Nuno Mergulhão e culminou com um concerto a cargo da Banda da Armada.
O primeiro orador foi o almirante da Armada Carlos Rodolfo, que enalteceu as aptidões militares e as qualidades humanas de Nuno Mergulhão, destacando a sua “paixão pelo mar e pela vela, adquirida nos tempos de juventude em Portimão e que serviram de estímulo para uma brilhante carreira na Marinha Portuguesa, ao serviço do país.”
O professor universitário Adriano Pimpão considerou Mergulhão como um autarca e político “com rara visão estratégica, que implantou uma gestão moderna no município, fruto da sua grande capacidade de decisão, cumprindo todos os compromissos que assumia.” Deu como exemplo a criação do pólo de Portimão da Universidade do Algarve, na altura em que Pimpão exercia as funções de reitor, e considerou o homenageado “um edil sempre ao serviço da comunidade.”
Convidada por Mergulhão para trabalhar consigo enquanto vereadora, a governadora civil de Faro, Isilda Gomes, disse que o autarca “sabia aglutinar as pessoas à sua volta, para que formassem equipas coesas, em prol do município.”
Para João Nuno Mergulhão, o pai foi o “melhor amigo e um porto de abrigo seguro durante a juventude”. “De carácter forte e inigualável rigor, possuía uma vontade intrínseca de ajudar o seu semelhante”, afirmou, referindo que a “maior herança recebida é o exemplo de vida” do progenitor.
Realçou ainda a estratégia adoptada para a diversificação da oferta turística de Portimão e a “nova dinâmica da cidade, na senda de um desenvolvimento sustentável.”
O presidente da Câmara Municipal de Portimão, Manuel da Luz, que também integrou como vereador os executivos liderados por Nuno Mergulhão, explicou que preferiu agendar esta homenagem para o dia de aniversário, e não para a data em que passaram 10 anos sobre o dramático falecimento do ex-autarca (29 de Dezembro), “justamente para celebrar a vida de quem deu boa parte de si ao município, por dedicação plena à causa pública.”
Em particular, salientou o seu exemplo enquanto “autarca próximo das pessoas, que procurava incessantemente plataformas de consenso com os representantes de todas as sensibilidades políticas.”
Oficial superior da Marinha Portuguesa e licenciado em Engenharia Electrotécnica, Nuno Mergulhão exerceu a presidência da Câmara Municipal de Portimão entre 1993 e 1999.

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Espectáculo no Teatro


Posted October 23rd, 2009 by jorge No Comments »


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Os portugueses Melech Mechaya actuam esta noite, às 22 horas, no Café-Concerto do TEMPO – Teatro Municipal de Portimão. A entrada é gratuita.
Melech Mechaya levam-nos, nos seus concertos, por uma viagem festiva pela música klezmer, com uma sonoridade contagiante que une aromas árabes e ritmos ciganos à tradição judaica, abraçando também momentos mais delicados e intimistas. Da Hungria a Israel, dos Balcãs a Nova Iorque, o grupo faz das suas actuações verdadeiras festas e celebrações de público em pé e cadeiras vazias. Entre o riso e a dança, uma pândega não aconselhada a cardíacos!
Com origens no século XV, a música klezmer formou-se a partir do estabelecimento de uma forte comunidade judaica nos países da Europa central e de leste. Misturando aspectos da sua própria cultura com elementos dos países onde se instalavam, nomeadamente a música cigana, formou-se assim um estilo musical muito particular, frequentemente festivo e marcado em termos instrumentais pela forte presença do violino e da flauta ou, numa fase posterior, do clarinete.
É este estilo que serve de base ao repertório dos Melech Mechaya, uma das primeiras bandas portuguesas a pegar neste universo sonoro tão peculiar, o que lhes garante, desde logo, uma identidade muito própria no seio do nosso país.
Até ao final do ano, o Café-Concerto ainda receberá os projectos Couple Coffe, no dia 6 de Novembro, Susana Travassos e Duo Saraiva-Murray numa homenagem a Heitor Villa-Lobos a 20 de Novembro, Vera Mantero e Gabriel Godói, que, no dia 4 de Dezembro, interpretam Caetano Veloso, terminando o ano em festa com um concerto dos Irmãos Catita, no dia 18 de Dezembro.

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