Há fantasmas no Teatro de Portimão


Posted February 14th, 2010 by jorge Comments Off


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Portimão recebeu a Gripe A de braços abertos. O candidato social-democrata usou munições de pólvora seca na campanha eleitoral e o autódromo passa a mulódromo. Estas são algumas das rábulas da nova revista do Boa Esperança.
A crise esteve para ser o tema principal da edição deste ano da revista do Boa Esperança. Até que, um dia, o encenador, escritor de textos e actor Carlos Pacheco viu o Primeiro-Ministro aparecer na televisão a garantir que Portugal já se tinha livrado, pelo menos, do pior da crise. É claro que uma declaração destas, vinda de quem vinha, estragou-lhe logo o dia. É que “já tinha textos escritos, inclusivamente, para músicas, mas se a crise tinha acabado, íamos ficar todos bem outra vez e o assunto deixava de ter actualidade”.
Mas, pelo sim, pelo não, acabou por não jogar todo o material para o lixo, e fez bem, pois pelos vistos, podia ter havido determinação da parte do Primeiro-Ministro em acabar com a crise, mas se o fez, esqueceu-se de avisá-la e ela continua a andar por aí, cheia de boa saúde.
Daí que, apesar de ter optado por dar um justo destaque à gripe, atribuindo à revista o título “Fujem Moços que vem a Gripe”, também a crise não é esquecida e aparece na última rábula.
O espectáculo inicia-se com uma ‘reportagem televisiva’ sobre a chegada da gripe A a Portimão. Como a dita cuja resolveu viajar de comboio, a ‘jornalista’ de serviço dirigiu-se à estação para fazer um directo junto de um grupo de cidadãos, entusiasmados pelo facto de serem dos primeiros a serem visitados por tão fina e badalada doença. Segundo lhe explicaram, um dos motivos de contentamento tinha a ver pelo facto de, pelo menos, desta vez, José Sócrates ter cumprido a palavra de trazer a gripe A para Portugal, não permitindo que os espanhóis passassem à nossa frente. Outro dos populares justificava desta forma o seu entusiasmo à ‘repórter’: “´tou feliz porque ´tou a receber o rendimento mínimo e agora dizem que a gente vai receber também o rendimento das gripes”.
Mas, como sempre acontece, são os temas locais a maior fonte de inspiração do grupo e os que maior tempo de antena obtêm, ao longo das quase três horas de duração do espectáculo.
O projecto do executivo municipal de fazer uma espécie de Hollywood em território do município é um dos temas escolhidos e o grupo antecipou o momento de rodagem de um dos filmes que cá poderão realizar-se. Obviamente que, se na prática, as coisas correrem da mesma forma, não parece que a fita acabará por ter grande sucesso comercial.
Um equipamento já instalado, que também aguçou a imaginação do elenco, é o Autódromo. Depois de ver que algumas provas contaram com número de espectadores pouco volumoso, Carlos Pacheco deu voltas à cabeça e acabou por sair-se com a sugestão que o espaço seja transformado num ‘mulódromo’.
Um dos problemas mais intrigantes existente em Portimão é, aparentemente, o que se vive no TEMPO - Teatro Municipal de Portimão. Parece que tem sido alvo de ataque de fantasmas que afugenta as pessoas que deveriam ir ver os muitos espectáculos que ali são levados à cena. Mas também a política não escapa ao humor corrosivo destes artistas marafados. Numa das rábulas, aparece o carro de combate, supostamente, utilizado pelo candidato do PSD contra a maioria socialista na campanha eleitoral. O problema, descobriu a equipa do Boa Esperança, é que as munições usadas eram de pólvora seca.

Artigos Relacionados:
Vídeo de Apresentação da revista
Nova revista do Boa Esperança

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As propostas do PSD


Posted October 6th, 2009 by jorge 2 Comments »


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O programa eleitoral do PSD tem como um dos seus eixos fundamentais o equilíbrio das finanças do município. Nesse sentido, é prometida a elaboração de “um programa de viabilização económico-financeira, de modo a sanear o município e as empresas municipais, dando-lhes viabilidade e sustentabilidade”. Caso o PSD vença as eleições, “os contratos já existentes serão objecto de análise e renegociados, caso se encontrem divergências ou anomalias”. Serão, também, efectuados “acordos com todos os credores, de modo a terminar com a situação triste que se vive actualmente, da falta de dinheiro para pagar as facturas”. Será sempre efectuada “a análise da necessidade de gastar cada cêntimo” e, por outro lado, “terminaremos com a prática de encomendar serviços e fornecimentos sem a emissão imediata da factura”.
Ao nível da Saúde, o PSD defende que a Câmara se responsabilize pelo “pagamento de formação em especialidades médicas e cirúrgicas nas áreas de coração/pulmões, cancro, doenças infecciosas, oftalmologia, psiquiatria e trauma, a dois clínicos por cada especialidade, através de contrato em que estes se comprometam a prestar oito anos de serviço às populações do concelho”. É prometida a “criação do pólo de atendimento clínico na povoação de Montes de Alvor” e a solicitação ao Governo da “abolição das taxas moderadoras nas cirurgias e nos internamentos”.
Na vertente social, das diversas propostas feitas, destaca-se a projecção de “um lar social na freguesia de Portimão, abrangendo a Companheira, Malheiro, Ladeira do Vau, Porto de Lagos e Rasmalho, em moldes bem diferentes dos actuais, com técnicos nas áreas de ortopedia, fisioterapia, psicologia, enfermagem e nutrição”. Também se propõe a realização de uma parceria com a Igreja da Mexilhoeira Grande para a construção de “um lar social na zona norte da referida freguesia, a fim de apoiar os idosos dessa zona”. Do programa do PSD constam ainda a criação de “um Centro de Apoio à mulher, famílias monoparentais, jovens grávidas, mães solteiras e mulheres vítimas de violência doméstica” e de “creches, jardins-de-infância e ATL’s, com pagamentos sociais diferenciados e com horários alargados, nas três freguesias”.
No domínio da criação de riqueza e emprego, o PSD compromete-se a construir “uma grande urbanização industrial na zona da Mexilhoeira Grande”, a “captação de investimentos na área das energias renováveis” e a “criação de um pólo tecnológico inovador na área de indústrias criativas”. Se forem poder, os representantes deste partido também se propõem a tomar “medidas bem concretas” de apoio ao comércio tradicional e a não permitir “qualquer novo licenciamento para médias ou grandes superfícies comerciais em toda a área do concelho”, bem como a abolir as taxas de saneamento e de resíduos sólidos urbanos para as unidades hoteleiras do concelho.
A política de Juventude e Educação inclui a gratuitidade de alimentação e livros para todos os alunos do 1º ciclo, a atribuição de bolsas de estudo para famílias carenciadas e a criação de um pólo de ensino superior nas áreas do mar, da biologia marinha e náutica de recreio.

TEXTOS RELACIONADOS:
As propostas do PS
As propostas da CDU
As propostas do CDS

As propostas do Bloco de Esquerda

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Debate marcado pela ausência de Manuel da Luz


Posted October 6th, 2009 by jorge 1 Comment »


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O debate entre os diversos candidatos autárquicos na Rádio Alvor ficou marcado pela ausência do representante do Partido Socialista, Manuel da Luz. Para que marcasse presença, exigia que a discussão incidisse não sobre o passado mas apenas sobre as propostas que os candidatos têm para o futuro. Caso essa condição não fosse aceite, colocava como alternativa ter o mesmo tempo para falar que a soma de todos os seus adversários. Como nenhuma dessas condições foi aceite pela rádio, que entendia deverem todos os candidatos ter igual tempo para se expressarem, Manuel da Luz escolheu ficar de fora. Uma opção que foi duramente criticada pelos candidatos dos restantes partidos: José Dias (PSD), Rui Sacramento (CDU), João Vasconcelos (Bloco de Esquerda) e João Caetano (CDS). A atitude do actual presidente de Câmara, que foi por eles classificada como “anti-democrática”, “arrogante”, vem na sequência, acrescentaram, de muitas outras tomadas ao longo do mandato, em que não terá facultado toda a informação solicitada aos partidos da oposição.
José Dias (PSD) referiu que isso verificou-se, por exemplo, com a documentação relativa às empresas municipais e às dívidas da autarquia, que obrigou o partido que representa a ter de recorrer ao tribunal. A situação financeira é, aliás, a questão que mais o preocupa, uma vez que, tudo somado, pelas suas contas, a dívida da Câmara e das empresas municipais “ultrapassa as três centenas de milhões de euros”. Em face disso, se for eleito, a primeira medida que tenciona tomar é pedir uma auditoria financeira para saber exactamente e em pormenor qual o volume de dívidas da Câmara e empresas municipais para, depois, elaborar um plano “rigoroso” de equilíbrio das contas. Todos os outros participantes mostraram ter sérias preocupações em relação a esta matéria, até porque as dificuldades financeiras estão a fazer com que a autarquia leve muitos meses a pagar as suas dívidas, o que, foi referido, causa sérias dificuldades a muitas empresas do concelho que são seus fornecedores.
Outro dos temas tratados foi o do comércio tradicional e das grandes superfícies. Os candidatos da oposição consideram que, neste aspecto, houve demasiadas portas abertas por parte da Câmara que vai fazer com que, segundo João Vasconcelos (Bloco), “quando todas as grandes superfícies forem construídas em Portimão, nós fiquemos com 4.311 m2 por mil habitantes, um número tremendo, que não acontece em lado nenhum”. A instalação destes grandes espaços bem perto do centro da cidade tem feito com que o comércio tradicional tenha graves problemas para sobreviver. Daí que tenha resultado o compromisso, por parte destes candidatos, em não contribuírem, enquanto eleitos, para a instalação de mais grandes superfícies no concelho. Por outro lado, devem ser tomadas medidas de apoio ao pequeno comércio que passam, entre outros aspectos, na opinião de João Caetano (CDS), pela cedência do parque de estacionamento da Alameda à UAC, entidade que é composta pela Câmara e pelas duas associações comerciais com actividade no concelho. Este candidato mostrou-se também extremamente preocupado com as condições de segurança existentes na cidade, uma vez que “com a destruição das barracas do Bairro do Palácio aquele foco de tráfico de droga que ali existia transferiu-se para o centro histórico de Portimão”.
Para além dos problemas que a falta de segurança causa aos residentes, junta-se a vertente turística. E neste aspecto, Rui Sacramento (CDU) criticou que tenha havido há bastante tempo “a inauguração, com pompa e circunstância de um posto da PSP na Praia da Rocha” que, no Verão, “apenas foi ocupado a partir da meia-noite”, o que significa que os criminosos podem actuar impunemente na principal zona turística do concelho durante o restante período.

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Hospital do Barlavento é “unidade decadente”


Posted June 28th, 2009 by jorge No Comments »


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Se for eleito presidente da Câmara, o candidato do PSD, José Dias, promete que a câmara pagará a formação de especialidade a alguns médicos em algumas das áreas que considera estar o hospital mais carenciado. Na intervenção que proferiu no decorrer da Convenção Regional Autárquica do PSD/Algarve que ontem decorreu no Parchal, José Dias também defendeu o reforço de poderes para o vogal da Câmara no conselho de administração daquela unidade hospitalar.
A sua intervenção centrou-se, quase inteiramente, no Centro Hospitalar do Barlavento que, na sua opinião, “está a tornar-se, para alegria de uns e satisfação de alguns, numa unidade decadente, com o desaparecimento de importantes valências na área médica, fruto de uma gestão ineficaz e inefciente, sem visão de futuro”.
Esta convenção reuniu todos os candidatos do PSD às câmaras da região e contou com a presença da líder do partido ‘laranja’, Manuela Ferreira Leite, que lhes pediu para não prometerem aos eleitores nada que não possam cumprir.
Ao longo dos próximos dias, iremos aqui deixar alguns vídeos que ilustram as intervenções dos principais oradores.

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José Dias a favor do “policiamento comunitário”


Posted May 31st, 2009 by jorge 2 Comments »


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Se for eleito presidente da Câmara de Portimão, o candidato do PSD, José Dias, pretende promover condições para que sejam instalados postos da GNR nas freguesias de Alvor e Mexilhoeira Grande. Falando na conferência sobre segurança organizada pelo PSD, José Dias também anunciou que, em caso de vitória, quer “potenciar o policiamento comunitário”, instalar a polícia municipal e proceder à sua “articulação com as outras forças policiais”. A videovigilância é, igualmente, um dos instrumentos que considera mais importantes para fazer frente à criminalidade, o que passa, também, pela “colaboração na intensificação de operações para apreensão de armas ilegais e patrulhamento das áreas problemáticas”.
O candidato considera que a “agonia” e “insegurança” que diz viver-se no concelho são, em boa medida, resultado de “falta de ideias e de estratégia” que tem havido e do “desemprego em que somos lideres na região”. Em vez de ser canalizado para o que realmente interessa, acusou, o dinheiro público é “utilizado em foguetes, jantares de campanha eleitoral, aviões, barcos e carrosséis”. Outro dos aspectos que criticou foi a forma como se construíram e povoaram “bairros sociais que posteriormente se vieram a tornar problemáticos”.

Artigos relacionados:
‘Artilharia pesada do PSD’ vem discutir segurança
Sempre fui defensor de coligações
Câmara tem “endividamento incontrolável

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‘Artilharia pesada’ do PSD vem debater segurança


Posted May 21st, 2009 by jorge 1 Comment »


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O mediático ex-inspector da PJ, Gonçalo Amaral, o vice-presidente nacional do PSD, Aguiar Branco, o deputado Fernando Negrão e o líder distrital do partido ‘laranja’, Mendes Bota, são alguns dos oradores de uma conferência sobre segurança que se realiza na Praia da Rocha (Hotel Oriental), no próximo dia 30.
A primeira intervenção caberá ao presidente da Comissão Política concelhia do PSD, Hernâni Correia, seguindo-se a intervenção de Gonçalo Amaral, que falará sobre “A Segurança no Algarve – Fragilidades, Meios e Prevenção”. O terceiro a falar será o candidato do partido à presidência da Câmara, José Dias, para o diagnóstico da situação, a este nível, existente no concelho e apresentar algumas propostas. Fernando Negrão terá a seu cargo o tema “Segurança em Portugal – Política e Investigação Criminal”, enquanto que Mendes Bota abordará “A Segurança vista do lado dos cidadãos”. A intervenção final caberá a José Pedro Aguiar Branco, que falará da “Política de Justiça e a Segurança em Portugal”, após o que se seguirá um período de debate.

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“Sempre fui defensor de coligações”


Posted May 7th, 2009 by jorge 2 Comments »


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(Excerto de uma entrevista ao candidato do PSD à presidência da Câmara de Portimão, José Dias, que pode ser lida, na íntegra, na edição de hoje do semanário ‘O Algarve’)

Quando é que tenciona apresentar os nomes que o acompanham nas listas do PSD?
Antes de escolher nomes, tive de fazer o perfil das pessoas que quero que me acompanhem. Têm que saber entender o que é o interesse público, têm que trabalhar em exclusividade, não há cá partilhas entre interesses públicos e privados. Têm de ser pessoas com facilidade em trabalhar em equipa, que saibam estabelecer boas relações humanas e que também sejam capazes de assumir riscos. São pessoas com este perfil que estou a contactar para constituir as listas para os órgãos autárquicos.
Nesta altura do campeonato, a hipótese de coligação com outros partidos, nomeadamente, o CDS, já está completamente afastada?
A hipótese de coligação sempre se pôs desde a primeira hora, sempre fui defensor de coligações. E até à ida das listas para o Tribunal Constitucional, essa questão põe-se sempre, nós nunca fechámos a porta às coligações, mas também há tempo para tudo. Temos desenvolvido contactos com outros partidos políticos, alguns já responderam e estamos à espera da resposta dos restantes, mas as portas não estão fechadas até à altura das listas terem de ser apresentadas.

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Câmara tem “endividamento incontrolável”


Posted May 7th, 2009 by jorge 1 Comment »


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(Excerto de uma entrevista ao candidato do PSD à presidência da Câmara de Portimão, José Dias, que pode ser lida, na íntegra, na edição de hoje do semanário ‘O Algarve’)

Disse recentemente que a Câmara de Portimão e as empresas municipais estão em situação de falência técnica. O panorama é assim tão grave?
Efectivamente, a situação é de endividamento galopante e incontrolável. O município não está a cumprir com as suas obrigações, o panorama é preocupante e leva-nos a falar assim. O passivo aumentou extraordinariamente e é, nesta altura, de cerca de 250 milhões de euros. Isto significa que, para resolvê-lo, cada cidadão de Portimão teria que despender cerca de 6000 euros. E se isto é assim agora, no final de 2009 vai ser muito pior. E posso assegurar que a Câmara de Portimão está em quinto lugar na lista dos municípios com piores resultados.
Mas uma coisa é a autarquia ter muitas dívidas e outra diferente é estar em situação de falência. Não sou economista, mas a ideia que tenho de uma empresa ou entidade estar em falência é os seus activos não chegarem para cobrir os passivos. É isso que se passa na Câmara de Portimão?
Não é esse problema que se coloca. As empresas privadas têm produtos para vender, o erário público tem bens e serviços para prestar, que não podem ser alienados para pagar as dívidas. Falência técnica é uma maneira de nós nos expressarmos em relação aos dados que dispomos e, mais uma vez, reforço, o endividamento é galopante e incontrolável.

A seguir: “Sempre fui defensor de coligações”

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25 de Abril - José Dias (PSD)


Posted April 27th, 2009 by jorge No Comments »


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“Infelizmente, o nosso município encontra-se tecnicamente falido, em situação de dificuldade crescente no cumprimento das suas obrigações e compromissos. E nao me venham dizer que isto é mentira, os documentos assim o demonstram. Se não vejamos: como é que se pode justificar uma subida de passivo de 2007 para 2008 de 150 milhões de euros, significando isto que a Câmara se andou a endividar durante 2008 a uma média mensal de 12 milhões de euros? Infelizmente, por este andar, o futuro parece hipotecado por mais ou menos 40 anos e o financiamento à autarquia está a tornar-se cada vez mais difícil”

“Também verificamos que as empresas municipais estão falidas, algumas com capitais próprios negativos e com resultados de exploração deficitários. Basta referir que as contas disponibilizadas pela autarquia da empresa municipal Portimão Urbis, ex-ExpoArade, apresenta um défice de 10 milhões de euros, acrescido de mais 5 milhões referentes ao exercício do ano de 2007. Para este ano estão previstos 25 milhões de euros para as empresas municipais sem se perceber onde se vai gastar o dinheiro. Penso que estas verbas, provavelmente, e como alguém tem afirmado, serão para a promoção de eventos de referência e dimensão internacional, com forte impacto mediático e não para a qualidade e bem-estar das populações”.

“Posso afirmar e informar que, nos últimos dois anos, no nosso município, houve uma valorização de activos sem respeito pelo custo histórico no valor de 24 milhões de euros. A reforçar este nosso pensamento, o relatório do revisor oficial de contas do ano de 2008 diz claramente, e passo a citar, que os activos do município não correspondem à verdade e estão valorizados de forma errada”.

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Bota ‘leva’ José Dias ao Parlamento


Posted April 4th, 2009 by jorge No Comments »


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O deputado do PSD Mendes Bota criticou a Administração Regional de Saúde por ter ignorado “durante quase seis meses” a oferta do cirurgião - e candidato do PSD à Câmara de Portimão - José Dias de gratuitamente prestar serviço na vertente da cirurgia geral nos pólos da Mexilhoeira Grande e de Alvor do Centro de Saúde de Portimão. Mendes Bota diz não entender esta atitude numa altura em que tem sido “propagandeado pelo Ministério da Saúde que está na disposição de contratar os serviços de médicos aposentados, para suprir as carências de assistência à população”.
Em face disso, resolveu levar o assunto ao Parlamento, tendo através de requerimento inquirido o Ministério da Saúde sobre “que razões de ordem técnica ou outras, justificam que perante uma oferta qualificada de serviços de saúde a título gratuito, a mesma tenha sido completamente ignorada, durante quase seis meses, pela Administração Regional de Saúde do Algarve”.

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