Há muitas quintinhas no PSD de Portimão


Posted April 25th, 2010 by jorge Comments Off


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Segunda parte da entrevista a Antonieta Guerreiro, deputada do PSD, eleita pelo Algarve.

Como é que vê a vida política portimonense? Por exemplo, no seu partido, nunca mais é resolvida a questão das eleições internas, a nível local…
Em Portimão, um dos problemas do PSD é ter um PS muito forte. Por outro lado, o PSD, na sua génese, é feito de clivagens e sensibilidades, parece um saco de gatos pardos, cada um mais pardo que o outro. Mas somos mesmo assim, somos ecléticos, diversificados e heterogéneos e gostamos de ser assim. E todas as clivagens e sensibilidades que temos no PSD, a nível nacional, também se encontram em Portimão. Acresce a isto que conta com algumas personalidades muito fortes, às vezes, aquilo parece a Bósnia.

E, portanto, não vê solução para isso?
Tem, até a própria península jugoslava teve solução. As pessoas têm é que perceber que têm de trabalhar não para a sua quintinha, mas para o bem comum do partido em Portimão que tem de ser sempre salvaguardado. O problema até agora é que o responsável de cada quintinha acha que a sua é importante, especial, diferente, cada um pensa que só ele é que tem razão, todos os outros estão errados. O principal problema do PSD em Portimão é a falta de unidade, falta de capacidade para trabalhar em conjunto. O partido não é da pessoa A, B ou C, é um colectivo de pessoas que têm de trabalhar para o mesmo objectivo. É assim que eu vejo as coisas, eu estou disponível para trabalhar com quem quiser trabalhar comigo.

O problema tem sido um PS demasiado forte ou um PSD muito fraco?
O PS tem um esquema de trabalho muito bom. Talvez seja um partido tão dividido como o PSD, a diferença é que é mais unido, nos momentos-chave, os seus dirigentes unem-se e não há cá vozes dissidentes. Para além disso, tem uma rede de contactos que foi criando ao longo de trinta anos de poder, que usa para ganhar eleições. As coisas funcionam de outra forma, porque eles estão todos ali para atingir um objectivo, para eleger ‘aquela’ pessoa e ganhar eleições. O PS tem uma grande capacidade organizativa e o PSD não se consegue conciliar e unir. Quando o PSD tiver a capacidade de trabalhar todo para o mesmo e os protagonistas saberem trabalhar uns com os outros, então aí poderemos ter, pelo menos, muito melhores votações.

Em determinada altura deste processo de eleições para a concelhia, que parece nunca mais ter fim, falou-se na possibilidade de você se candidatar. Se o tivesse feito, de que forma faria agora oposição?
Para responder a essa pergunta teria que estar no terreno, para além de que seria um trabalho de equipa, de coordenação entre quem está na comissão política e nas assembleias de freguesia, na Assembleia Municipal e na Câmara. Eu começaria exactamente por aí, quem ficar agora na comissão política, o que tem a fazer é trabalhar com os autarcas que temos nos diversos órgãos do município. Essa coordenação é fundamental e, enquanto isso não acontecer, todo o trabalho de oposição cai em saco roto, pois a comissão política não pode querer fazer algo que depois não é consubstanciado pelo voto de quem está nos órgãos autárquicos.

Mas, olhando de fora, como é que vê a actuação da maioria socialista na Câmara?
Vejo como sempre vi, as coisas nos últimos anos não mudaram muito. Quer dizer, o foguetório diminuiu um bocadinho, embora continue a haver muita festa, faz-me muita confusão o cartaz cultural, há muitas actividades ao mesmo tempo, à mesma hora para a população, mas isso é a forma que a Câmara encontrou de pôr as colectividades a funcionar. O que acontece é que depois só vão às actividades quem é membro de cada uma das colectividades e não há actividades que se transportem para fora das portas das suas sedes.
Há um conjunto de situações que têm de ser repensadas. Esta questão do Sasha não faz muito sentido, a vocação da Câmara não é gerir bares na praia. Não conheço os pormenores do contrato, mas acho que a Câmara vai perder dinheiro. Não sei se o caminho é o correcto, há uma dívida, tem que ser paga porque a Câmara precisa é de dinheiro.

A nível nacional, o PSD passou por um processo eleitoral. Porque resolveu apoiar Pedro Passos Coelho?
Dois dos critérios seguidos, não só por mim como pela distrital foram apoiar um candidato que ouvisse e respeitasse os interesses das bases do partido e que fosse sensível à questão da regionalização e Pedro Passos Coelho dá-nos essas garantias. Não podemos continuar a permitir que, de forma arbitrária e sem controlo, a Nacional do partido interfira nas escolhas das distritais e das secções. Isso é inadmissível.

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Governo tem de tratar o Algarve de outra forma


Posted April 22nd, 2010 by jorge Comments Off


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Antonieta Guerreiro é a única portimonense na Assembleia da República. Eleita pelo PSD, diz estar muito empenhada no trabalho de deputada e procura intervir em todos os assuntos que digam respeito ao Algarve. Relativamente a Portimão, considera que o problema maior do PSD é o facto, ao longo dos anos, os seus dirigentes não terem conseguido trabalhar em conjunto para o mesmo objectivo, ao contrário do que sucede no PS.

De uma forma geral, os cidadãos têm uma opinião negativa dos deputados, acham que trabalham pouco e ganham mais do que deviam. Pela experiência que adquiriu nos últimos tempos, pensa que essa ideia tem razão de ser ou é injusta?
No meu caso particular, farto-me de trabalhar, as pessoas não têm a noção de quanto um deputado empenhado pode trabalhar. Chego aqui por volta das 10 horas da manhã e saio às 9h40 da noite.

Foi fácil a adaptação a este novo ‘mundo’?
Devido à minha participação no movimento a favor da Regionalização, já tinha algum conhecimento do funcionamento da Assembleia da República. Como se tratava de um movimento nacional e havia gente de todos os partidos, as reuniões eram muitas vezes feitas aqui e por isso já conhecia minimamente os cantos à casa. Mas entrar pela primeira vez no plenário, como deputada, é realmente emocionante, é uma sala muito solene, muito bonita e há um sentimento muito forte de responsabilidade. Depois, é preciso conhecer todo o processo legislativo, parlamentar, as regras a utilizar, sobretudo no plenário.

A Antonieta e o seu colega Mendes Bota não votaram o Orçamento, optaram por sair do plenário nessa altura. O que os levou a tomar essa decisão?
Porque achámos que o Algarve tem de ser considerado de outra forma pelos partidos políticos e, em especial, pelo Governo. Nos últimos vinte anos uma das grandes linhas de orientação que se seguiu no país foi o de segmentar a economia. No Algarve só fazemos turismo, perdemos a agricultura e a pesca, ao contrário do que acontece em várias outras zonas do país em que continua a haver agricultura de subsistência. As pessoas podem não ter emprego, não ter salário ou subsídio de desemprego, mas têm um pequeno terreno onde plantam umas couves e umas batatas e no Algarve nem isso têm.

Que medidas é que este Orçamento deveria conter para começar a dar a volta a esse e outros problemas com que os algarvios se debatem?
Este Orçamento não tem nada de realismo. Nós perdemos no QREN [fundos comunitários] ao sair do objectivo 1 porque o Comité das Regiões olha para o Algarve como se fosse uma região rica e não é. Como é que pode ser uma região rica se na região há fome? Para além disso, agora perdemos no Orçamento e no PIDDAC [plano de investimentos directos do poder central]. A maior verba que existia para o Algarve era para areia para a praia…

Que iniciativas tem tido enquanto deputada a favor do Algarve?
Na Comissão do Ambiente, um tema de que falo sempre é no plano de ordenamento da orla costeira, que é uma área que está a meu cargo. Na Comissão de Saúde tenho-me batido pelo Hospital Central, pela questão do Centro de Saúde de Portimão e tenho também falado muito de toxicodependência, porque como trabalhei no GRATO - Grupo de Apoio aos Toxicodependentes, tenho conhecimento sobre a matéria. No domínio da educação, como fui dirigente associativa, também tenho algum know-how sobre o ensino superior. Mas, de uma forma geral, procuro estar atenta e participar em todas as questões que digam respeito ao Algarve

Relativamente a questões específicas de Portimão, já levou alguma ao Parlamento?
Levei a do Centro de Saúde de Portimão e há algumas outras questões que tenciono abordar, mas ainda estou a ponderar qual será a melhor forma de o fazer.

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Preparados para salvar


Posted April 19th, 2010 by jorge No Comments »


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O Grupo de Salvamento em Grande Ângulo dos Bombeiros está sempre preparado para prestar socorro a quem cai numa zona de difícil acesso. O caso mais complicado que encontrou foi o de uma vaca que caiu numa nora.
Imagine que cai numa falésia, num poço ou num local de difícil acesso. Depois de dado o alerta, se a situação ocorrer na zona de Portimão, o mais provável é que seja socorrido pelo Grupo de Salvamento em Grande Ângulo dos Bombeiros Voluntários de Portimão.
Existente desde o ano 2000, conta, actualmente, com 14 elementos que têm de estar sempre preparados e devidamente treinados para acorrer, a qualquer momento, a este tipo de situações.
Ao longo do ano, diz o seu responsável, o sub-chefe Luís Feliciano, de uma forma geral, não são muitas as vezes em que são chamados a prestar socorro. Mas, quando isso acontece não pode haver lugar para amadorismos, ‘invenções’ ou desenrascanços de última hora. Todos os bombeiros que fazem parte do grupo têm de saber exactamente o que fazer, com a maior rapidez e segurança possível, em qualquer tipo de caso que apareça.
E alguns deles não são nada fáceis de resolver. Luís Feliciano ainda guarda na memória a dificuldade que o grupo sentiu, “há cerca de um ano e tal ou dois, quando fomos chamados para uma missão pouco comum: salvar uma vaca que tinha caído dentro de uma nora”.
Para dar uma resposta à altura quando acontece uma situação destas ou outra menos ‘pesada’, todos têm que estar em plena forma física, serem especialistas em técnicas associadas à escalada, ao montanhismo e… não terem medo das alturas.
No passado dia 3, o Jornal de Portimão assistiu a um treino levado a cabo, junto ao quartel dos bombeiros, por cinco dos elementos do grupo. O caso simulado era idêntico a muitos que encontram quando são chamados ao terreno, numa situação real: uma pessoa havia caído numa zona baixa à qual era impossível chegar por via pedonal ou utilizando viaturas. Chamada a actuar, a primeira preocupação da equipa é com a segurança, pois não faz sentido ir tentar salvar alguém sem que esta vertente esteja devidamente acautelada. O seu principal instrumento de trabalho são as cordas, que devem estar em excelentes condições, sendo frequente serem colocadas de lado ao fim de algum tempo de utilização e substituídas por outras novas, que garantam essa tal segurança. Outro elemento importante é o arnês, um cinto de segurança no qual a corda encaixa.
Depois de tudo pronto, os bombeiros fazem uso da sua agilidade e descem o edifício, usando as cordas. Uma maca também faz a descida, nela sendo colocada e imobilizada a vítima, depois de se ter examinado o seu estado. Inicia-se, então, a parte mais complicada, a da subida de dois bombeiros e da vítima, ajudados pelos restantes elementos da equipa, que ficaram na parte de cima. Missão cumprida com sucesso, é altura de arrumar o material e descansar um pouco.
Este tipo de exercícios vai poder ser visto em vários pontos da cidade, nos próximos tempos, pois o novo presidente da associação de bombeiros, Álvaro Bila, e o director responsável por este grupo, Fernando Castelo, dizem “querer dar a conhecer à população os serviços que os bombeiros estão habilitados a prestar e esta é uma das formas mais interessantes de o fazer”.

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Portimão reforça segurança


Posted April 15th, 2010 by jorge Comments Off


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Foi aprovado, na segunda-feira, o plano de acção do contrato local de segurança do município de Portimão, numa reunião que contou com a participação do presidente da Câmara, Manuel da Luz, da Governadora Civil, Isilda Gomes, e de representantes das forças de segurança (Guarda Nacional Republicana, Polícia de Segurança Pública e Serviço de Estrangeiros e Fronteiras)
O documento indica um conjunto de 15 acções, de que se destaca um Programa Integrado de Policiamento de Proximidade, que tem como uma das principais prioridades a vertente Comércio Seguro. Intensificar o patrulhamento, disciplinar a ocupação da via pública e as questões relacionadas com o ruído nos estabelecimentos de diversão nocturna e diminuir as situações de exclusão, são algumas das outras acções estão previstas neste plano.
Tendo em vista a diminuição dos conflitos e problemas geradores de insegurança e criminalidade, foi definido que as forças de segurança terão uma atenção ainda maior aos bairros e locais considerados mais críticos, a este nível, o que implicará o reforço dos patrulhamentos. Mas como a prevenção é a melhor solução, foi também definido um reforço, nestas zonas, do apoio psicossocial, de desporto, animação e intervenção comunitária.
Nos próximos tempos, deverá, igualmente, assistir-se a um reforço das relações das forças de segurança, por um lado, e as juntas de freguesia, a Câmara e outros parceiros sociais, por outro, tendo como objectivo fundamental a detecção e identificação de focos de casos de mendicidade e indigência.
Outra das áreas contempladas no plano agora aprovado tem a ver com os cidadãos estrangeiros. Vão ser mais frequentes as acções conjuntas da GNR, PSP e Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, tendo em vista a identificação de cidadãos estrangeiros em situação irregular e intensificada a fiscalização, com o mesmo objectivo, junto de empresas. Nesta vertente, é ainda solicitada a colaboração das associações de imigrantes, no sentido de os sensibilizarem os estrangeiros para a necessidade e vantagem de se legalizarem.
O desenvolvimento de acções de esclarecimento sobre prevenção criminal - em especial, junto da população mais idosa, que mais facilmente é alvo de burlas - e de autoprotecção é outras das prioridades.
De referir ainda que, apesar do chumbo inicial da Comissão de Protecção de Dados, a Câmara mantém intenção de colocar videovigilância na Praia da Rocha e na zona comercial da cidade, indo, para o efeito, reformular os respectivos projectos.

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Complexo Desportivo de Alvor em festa


Posted April 3rd, 2010 by jorge Comments Off


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O Complexo Desportivo de Alvor vai festejar, no próximo dia 10 de Abril, o seu 8º aniversário. A data será assinalada com um conjunto de actividades que deverão envolver cerca de 700 pessoas de todas as idades, desde crianças dos jardins-de-infância da freguesia de Alvor até seniores que participam no Programa Exercício e Saúde.
A programação inclui uma caminhada destinada à população sénior, das 10h00 às 11h30, a realização dos Jogos de Água para pais e filhos, entre as 10h00 e as 11h00, e uma mega sessão de hidroginástica, das 11h30 às 12h30.
No período da tarde, a partir das 15h00, realizam-se demonstrações de natação e de natação sincronizada, estando previsto que cerca das 16h30 os participantes nesta festa cantem os parabéns ao Complexo Desportivo de Alvor.
Ao longo do dia, entre as 09h00 e as 17h00, a população poderá utilizar livremente os campos de ténis e o polidesportivo, enquanto a piscina estará aberta ao público das 09h00 às 10h00.
O Complexo Desportivo de Alvor registou durante o ano transacto mais de 53 mil entradas, contando neste momento com 1850 utilizadores activos, portadores de cartão de utente.
Composto por uma piscina coberta com 25 x 12,5 metros, um campo polivalente para a prática de andebol, basquetebol, futsal e voleibol, dois campos de ténis e parede “bate-bolas”, este equipamento desportivo foi inaugurado em 2002 representou um investimento de três milhões de euros por parte da Câmara Municipal de Portimão, situando-se num local de grande beleza paisagística, entre a Praia e a Ria de Alvor.

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Festa do Basquetebol de regresso


Posted April 2nd, 2010 by jorge Comments Off


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Entre os próximos dias 7 e 11 de Abril, Portimão vai acolher mais uma edição da Festa do Basquetebol Juvenil, na qual participarão 1171 jovens de ambos os sexos, nas categorias de cadetes e iniciados, a que se juntam algumas centenas de juízes, técnicos e dirigentes.
Os participantes, provenientes das 18 selecções distritais do país, convergem para a cidade no dia 7 numa caravana composta por 19 autocarros, estando prevista a chegada ao Portimão Arena entre as 17h30 e as 18h00. Em seguida, os jovens partem para a Praia da Rocha, deslocando-se depois para a Zona Ribeirinha de Portimão, a partir de onde serão acompanhados pela Fanfarra até ao Largo 1º de Maio, onde se situam os Paços do Concelho.
A partir do dia seguinte começa a competição, com jogos marcados para os pavilhões das Escolas Secundárias Poeta António Aleixo e Manuel Teixeira Gomes e das EB 2,3 Prof. José Buísel e D. Martinho Castelo Branco e ainda para o Portimão Arena, onde às 21h30 inicia-se a cerimónia de abertura da 4ª Festa do Basquetebol Juvenil.
As finais dos diversos escalões estão agendadas para o dia 11 às 10h00 no Portimão Arena, estando a cerimónia de encerramento e entrega de prémios marcada para as 12h00.
Para além da vertente competitiva, serão realizadas acções de formação para treinadores e juízes e iniciativas de solidariedade social e de promoção da modalidade.
No sábado, dia 10, os já tradicionais jogos de Live Basket realizam-se entre as 15h00 e as 19h00 na Zona Ribeirinha de Portimão, com a disputa de torneios de 3×3 jogadores, enquanto a partir das 20h30 o Auditório Municipal de Portimão recebe a Gala do Jamboree, na qual 80 crianças do concelho, entre os 8 e os 11 anos, participam em actividades relacionadas com a modalidade, culminando desta forma a sua experiência numa acção que previamente - de 6 a 9 de Abril - terá lugar no Pavilhão dos Bombeiros Voluntários de Portimão.
Outro aspecto que caracteriza esta grande festa juvenil prende-se com o contacto directo dos jovens com instituições de solidariedade social de Portimão, estando prevista para o dia 9, às 15h00, uma visita à Casa de Nª Srª da Conceição, com a entrega de uma verba simbólica de 1.152 euros para apoio à actividade desenvolvida por esta entidade de apoio a meninas desamparadas.

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Filme inspirado em Manuel Teixeira Gomes


Posted April 1st, 2010 by jorge Comments Off


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Um grupo de jovens estudantes vai aproveitar as férias da Páscoa para realizar um pequeno filme inspirado em Manuel Teixeira Gomes. Ao todo, são 22 os jovens, com idades compreendidas entre os 7 e os 12 anos, que, na próxima semana, participam num workshop de animação, que decorrerá no Museu de Portimão e do qual resultará a realização da fita.
Para além de elaborarem o guião, os jovens criarão os cenários e as personagens, ajudarão na gravação das animações e na montagem em computador e ainda contribuirão com as suas vozes para a dobragem final, sob orientação geral de Olga Ramos e Ricardo Resende, da Lunática Filme e Vídeo.
Este programa especial, preparado pela Oficina Educativa do Museu de Portimão, visa estimular a criatividade e a capacidade de expressão dos participantes, que utilizarão plasticina, papel, tintas e outros materiais, produzindo uma película com cerca de 5 minutos.
Na sexta-feira, os familiares e amigos destes pequenos realizadores assistirão à estreia do filme no auditório do Museu de Portimão.
Esta é mais uma iniciativa integrada no programa comemorativo dos 150 anos do nascimento de Manuel Teixeira Gomes.

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